3 de julho de 2015 – 14:09 | No Comment

O rádio continua como um veículo de comunicação forte no Brasil. Levantamento do Instituto Ibope Media, realizado entre janeiro e março deste ano, em 13 regiões metropolitanas, mostra que o meio alcançou 52 milhões de …

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Rádio alcança 52 milhões de brasileiros

O rádio continua como um veículo de comunicação forte no Brasil. Levantamento do Instituto Ibope Media, realizado entre janeiro e março deste ano, em 13 regiões metropolitanas, mostra que o meio alcançou 52 milhões de brasileiros, 89% da população das regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Porto Alegre, Recife, Salvador, Fortaleza, Florianópolis, Goiânia, Campinas e Vitória.

No Brasil, o meio atinge índices equivalentes a países como Espanha, Argentina e Canadá. O pico de audiência no dial acontece entre 10h e 11h, alcançando 64% das pessoas nas regiões pesquisadas, cerca de 37 milhões de ouvintes. O Ibope também identificou que 70% dos ouvintes consomem qualquer estilo de programação, 50% ouvem o noticiário local, 40% preferem o nacional. Informações sobre trânsito são sintonizadas por 35% das pessoas. Programas religiosos e esportivos, 17% e 14%, respectivamente.

Do total de 52 milhões de ouvintes, 91% afirmaram ouvir música quando sintonizam a rádio, sendo o gênero sertanejo o preferido de 47% da população, seguido por nacional 37%, MPB, 33% e pagode 32%.

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Mais de 26 milhões utilizaram o filtro arco-íris em ação no Facebook

A aprovação do casamento homoafetivo nos Estados Unidos fez muitas marcas saírem do armário no Brasil. Apesar do tema ser polêmico por aqui, onde autorização para este tipo de união foi deferida em 2011, as empresas aproveitaram a oportunidade para sinalizarem apoio à comunidade LGBT. Ao todo, mais de 26 milhões de pessoas de todo o mundo modificaram suas fotos de perfil ao aplicarem o filtro arco-íris. As imagens receberam mais de meio bilhão de “curtidas” e comentários.

Enquanto algumas organizações apenas alteraram o avatar, outras utilizaram a criatividade e o bom humor para expressar o apoio. As cores do arco-íris, símbolo do movimento LGBT, apareceram em diversas imagens, assim como a hashtag #lovewins, o amor vence. A D’Uomo publicou a foto de um homem usando uma cueca com várias cores. A Chupa Chups publicou uma imagem com sete pirulitos com cores diferentes, que formavam um arco-íris. A Domino’s postou uma pizza com calabresas formando um coração. Até mesmo um cemitério conseguiu pegar carona no movimento e de forma simpática e divertida sinalizou apoio. O Cemitério Jardim da Ressureição, de Teresina (PI), postou uma foto de um pote de vidro cheio de purpurina com a frase “Eu, quando for cremada”.

O filtro arco-íris foi desenvolvido por dois estagiários durante uma “hackathon” – espécie de maratona para programadores de computadores – interna do Facebook, na última semana. A ferramenta ficou tão popular internamente que houve um interesse em lançá-la para o público. O time trabalhou durante alguns dias para lançar a experiência antes do Final de Semana Global do Orgulho (Pride weekend) e da decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos, que aconteceu na última sexta-feira.

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Netflix pode superar audiência de redes de televisão em 2016

11-10-13_CorpoBombeiros_1A Netflix pode superar a audiência de grandes redes de televisão nos Estados Unidos até o final do próximo ano, de acordo com um analista da FBR Capital Markets. Ele indica que a empresa de streaming vem ampliando sua audiência a uma taxa de 40% ao ano e, somente no primeiro trimestre de 2015, seus assinantes consumiram mais de 10 bilhões de horas em vídeo.

Se a Netflix fosse avaliada pela Nielsen, empresa que faz pesquisas de público e audiência nos EUA, já estaria no mesmo patamar das redes de televisão ABC e NBC, podendo ultrapassar a CBS e a Fox no próximo ano. Atualmente, a Netflix possui mais de 62 milhões de assinaturas em todo o mundo.

Uma pesquisa realizada pela FBR e ClearVoice Research em abril indicou que a empresa pode ganhar 174 milhões de assinantes até 2020 e que 57% dos entrevistados prefere pagar pelo serviço de streaming do que por canais de televisão. Barton Crockett, analista da FBR disse que o preço pode ser determinante na escolha do consumidor. Enquanto a assinatura da televisão custa em média US$ 80 por mês, o Netflix sai por US$ 8 mensais.

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Seriados: Preferências dos brasileiros

Em uma pesquisa realizada pelo eCGroup usando a plataforma eCGlobal.net descobrimos dados interessantes sobre como o brasileiro consome seriados e suas preferências.

Confira o infográfico abaixo:

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Como o Snapchat pretende vender publicidade

Os 100 milhões de usuários do Snapchat passarão a ver anúncios no meio do conteúdo. É o que diz Evan Spiegel, CEO do Snapchat, em um vídeo liberado ontem. O vídeo explica o que o Snapchat chama de 3V, ou vertical video views, e o por quê deste formato ser melhor do que as soluções que o YouTube e Facebook oferecem. Um dos argumentos usados por Spiegel é que um vídeo vertical “ocupa completamente a tela do smartphone”.

Os anúncios serão mostrados em duas sessões do aplicativo: Stories e Discover. A primeira gira em torno de um evento ou uma cidade e nela é exibido conteúdo enviado especificamente por usuários do Snapchat, enquanto na segunda, o conteúdo é selecionado por veículos específicos, como a CNN, MTV e Vice, e estão relacionados à notícias. Entre um snap e outro nestas sessões, os anúncios serão mostrados.

Com o vídeo e as informações da estratégia 3V, o Snapchat publicou também detalhes da audiência que os anunciantes podem atingir: a maioria são pessoas com idade entre 13 e 34 anos, que assistem vídeos 2 bilhões de vezes por dia (!) e 60% dos 100 milhões de usuários usam o aplicativo diariamente para criar algum tipo de conteúdo.

Quer mais segmentado do que isso? Não vai rolar. O Snapchat diz que “oferece a segmentação de anúncios de uma maneira que também promove a privacidade” dos seus usuários. Além de poder oferecer seu vídeo nas Stories ou Discover, os dois outros itens que os anunciantes podem determinar é o local e/ou gênero.

Apesar das promessas de forte engajamento, o Snapchat ainda tem que comprovar que os anúncios funcionam, já que as métricas oferecidas pela empresa ainda não são tão convincentes. Mas para quem tem 100 milhões de usuários, eles podem se dar ao luxo de experimentar um pouco.

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