Latino-americanos não compram às cegas

A eCMetrics em conjunto com a eCGlobal realizaram um estudo para entender o comportamento de compra do consumidor latino-americano antes, durante e depois de Natal.

Black Friday no Brasil

No último final de semana de novembro começa a temporada de compras de final de ano. A eCMetrics identificou que no Brasil todo mundo conhece o evento conhecido nos Estados Unidos, mas que no Brasil foi adotado pelo comércio. Somente 54% compraram alguma vez durante Black Friday e as pessoas que não compraram consideram que os descontos não são atrativos (39%) ou que os produtos ofertados não eram de seu interesse (30%).

9 de cada 10 compradores do Black Friday fizeram sua compra pela internet e que quase todos pesquisam na internet antes de realizar uma compra. O mais importante na hora de pesquisar é o preço 79%, e opiniões sobre o produto, 30%.

Os produtos que os internautas estavam mais interessados em comprar caso encontrassem um bom desconto foram eletroeletrônicos (57%), vestuário (36%) e produtos de informática (36%).

Natal na América latina

94% dos latino americanos celebram Natal, porém 43% não tinha comprado os presentes há 5 dias da véspera de Natal.

No Natal 51% realizam compras exclusivamente em loja física, enquanto 42% combinam essas compras em loja física com compras online. Na região como um todo 7% dos Internautas fazem compras de forma exclusiva pela internet, mas fazendo uma comparação entre países, o Brasil fica em primeiro lugar com 15%.

82% pesquisaram pela internet antes de comprar os presentes de Natal.

A maior parte das pessoas que pesquisam na internet sobre produtos de compras de Natal estão interessados no preço, comentários/ opiniões sobre os produtos e reputação das lojas.

natal graph

Os devedores também aproveitam para pagar suas obrigações com o dinheiro extra que recebem no final do ano, dos quais 73% pagam parcialmente suas dívidas.

A eCMetrics encontrou em uma pesquisa depois do Natal que na América Latina 6 a cada 10 pessoas definem um orçamento para Natal, especialmente no México (69%). Brasil é o país da América Latina onde as pessoas saíram mais do orçamento definido78% no total, mas como era de se esperar, existe uma relação positiva entre definir um orçamento e respeitar o mesmo.

Na pesquisa de Natal os produtos mais comprados na América Latina foram roupas e produtos de informática/eletrônicos. Os vídeo games, celulares e livros aparecem empatados.

natal graph 2

No Natal de 2014 as pessoas foram para as lojas e outros estabelecimentos para ter uma proximidade física com os produtos que tinham interesse de comprar, preparados já com a informação obtida na internet. Este é um comportamento tradicional que foi transformado pelas comunicações. Segundo a pesquisa, existe uma probabilidade de 83%, de que uma pessoa que entre em uma loja interessada em comprar um presente de Natal, já tenha pesquisado na Internet algum aspecto sobre o produto. Hoje as lojas devem tomar cuidado com o que oferecem, porque o consumidor vai comparar as informações que ele vê ou ouve na internet com as que serão oferecidas na loja.Quer saber o que mais os consumidores ouvem antes de ir à a loja? Nós sabemos te dizer. Para mais informações contate:

002_marca_ecmetrics_RS

 

 

Marcel Carrillo

marcel_carrillo@ecmetrics.com

+ 55 11 4063 7401 São Paulo

+ 55 11 97955-0298 São Paulo (mobile)

Ficha técnica:

A pesquisa de Black Friday foi feita entre 26 de novembro a 01 de dezembro com 150 participantes do Brasil. Na pesquisa “Antes do Natal” participaram 300 pessoas do Brasil e 900 pessoas na América Latina. Na pesquisa “Depois do Natal”

 

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Black Friday no Brasil

 

A Black Friday vai engatinhando comparado ao EUA onde a tradição de compras após o dia de Ação de Graças leva o consumidor à loucura. Já aqui no Brasil a data estimula somente metade dos internautas. Outro dado interessante é que dos que compraram, 9 em cada 10 compram em lojas online. E quase a totalidade, mesmo entre aqueles que compram em lojas físicas, fazem uma pesquisa prévia na Internet (lembrando que a pesquisa foi feita entre Internautas)..

Para obter os resultados no detalhe, baixe Aqui o relatório executivo.

iWatch: Mais da metade dos internautas brasileiros adorariam ter um Apple Watch [Pesquisa e Infográfico]

Pesquisa realizada  pela eCMetrics entre os dias 10 e 11 de sembro de 2014 revela percepções e intenção de consumo dos brasileiros em relação ao novo relógio inteligente da Apple, o Apple Watch.

No evento ocorrido no dia 09 de setembro de 2014 a Apple lançou novos produtos como o iPhone6, iPhone 6 PlusiOS8 e o Apple Watch, novidades que ganharam bastante atenção da mídia mundial e rapidamente foi para os Trending Topics mundial.

Segundo a pesquisa, as funcionalidades do Apple Watch conquistaram os brasileiros e despertaram intenção de compra para o novo relógio inteligente da Apple. A pesquisa foi realizada pela eCMetrics e eCGlobal Solutions, entre os dias 10 e 11 de setembro, com 1.000 internautas brasileiros, utilizando a plataforma inteligente de insights instantâneos eCInstant .

apple facebook pt 300x265 Apple Watch agrada e promete conquistar os brasileiros [infográfico]

Segundo a pesquisa, o termo mais associado pelas pessoas ao Apple Watch foi “inovação”, assim como “tecnológico” – percepções que são o diferencial da Apple em relação aos seus concorrentes, e que a empresa busca a cada lançamento de produto. Dos entrevistados, 58% ficaram sabendo do evento de lançamento da Applee declararam em sua maioria ter sido impactados online: em sites de notícias, sites especializados e redes sociais. Dentre os outros meios digitais nos quais foram impactados, destacamos as citações ao WhatsApp e Youtube. Interessante também a proporção muito menor dos que declararam ter sido impactados em meios offline, como TV (15%) e jornal (7%).

relógio inteligente da Apple gerou interesse em 78% dos entrevistados, que em sua maioria afirma que gostou muito (54%) ou gostou (35%) do design. Das versões personalizadas apresentadas pela Apple, as que mais agradaram foram: Timelapse (17%), Photo (16%), Utility (15%), Solar (13%) e Astronomy (12%). As demais versões: Simple (9%), Motion (9%), Mickey Mouse (7%) não foram consideradas tão atrativas e apenas 2% não gostaram de nenhuma das versões. As variações de pulseiras também chamaram a atenção dos usuários, que votaram na Link Bracelet (27%) como a que mais agradou, seguida dos modelos Classic Buckle (23%), Modern Buckle (22%) e Milanese Loop (16%).

Considerado bonito e útil, o Apple Watch despertou o desejo de compra em 86% dos entrevistados, que declaram que gostariam (31%) ou gostariam muito (55%) de ter o relógio inteligente da Apple. 73% estariam dispostos a gastar entre R$ 500 e R$ 700 pelo produto e 20% cerca de R$ 701 e R$ 900. Considerando o preço estimado para venda no mercado norte-americano, os brasileiros irão pagar mais do que gostariam pelo produto.

Sobre percepção, o relógio iWatch agregou os valores percebidos da marca, sendo considerado pelos internautas como inovador (42%) e sofisticado (14%). Interessante notar que 22% consideraram que o relógio combina com elas e 10% associaram à pessoas jovens.

Apple Watch está previsto para chegar ao mercado norte-americano em 2015, com preços em torno de U$ 349 nas versões mais básicas. Ao contrário do que se imaginava, não é um produto independente, sendo projetado para funcionar aliado a um iPhone compatível, para desta forma integrar funções. Os modelos de iPhone compatíveis com o Apple Watch são o iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 5s, iPhone 5c e iPhone 5. O software de pagamentoApple Pay, uma espécie de carteira móvel, também está integrado ao Apple Watch. A ideia de Tim Cook, CEO da Apple, é substituir o antigo processo de pagamento (dinheiro e cartões de débito e crédito) por um sistema completamente novo. A tendência da mobilidade se confirma de forma ainda mais forte com o lançamento do Apple Pay e a Apple acredita no sucesso do Apple Pay porque foi projetado pensando na experiência do usuário.

O Apple Watch possui três tipos de materiais disponíveis para a construção do relógio inteligente: alumínio, aço inoxidável e versões de alto luxo: ouro dourado e ouro rosado. As variações do Apple Watch são bem interessantes:Apple Watch tradicionalSport e Edition, que possui visual mais clássico e elegante. Além disso, o Apple Watch terá aparelhos de dois tamanhos: 38mm e 42mm.

Para mais informações, confira nosso infográfico da pesquisa sobre as percepções dos brasileiros sobre o Apple Watch.

Sobre o eCInstant:

 eCInstant é uma poderosa plataforma de pesquisa digital 100% “faça você mesmo”, com alto poder de segmentação, que conecta marcas, pesquisadores, agências de marketing e propaganda com as pessoas certas, de maneira instantânea. Com eCinstant é possível coletar dados e feedbacks mais rápidos dos consumidores e com menor custo em relação às pesquisas tradicionais, obtendo insights em tempo real para apoiar diariamente as decisões empresariais.

Facebook engaja mais do que o Twitter

Dados da BI Intelligence apontam engajamento dos usuários, via PC e mobile, nos principais canais de social media

Do ProXXIma

Com 1,2 bilhão de usuários mensais ativos, é compreensível que se fale do Facebook em números. Porém, com o surgimento de novas redes sociais e apps, a audiência das plataformas “veteranas” torna-se cada vez mais fragmentada e outras mensurações acabam sendo mais importantes, especialmente para empresas que tentam descobrir qual é o melhor canal para investir.

Fatores como quanto tempo os usuários passam em cada rede social e quão engajados e interativos eles estão com os conteúdos nesses sites são fundamentais para determinar isso.

Em uma pesquisa recente, o BI Intelligence calculou o engajamento das cinco principais redes sociais e comunicadores instantâneos: Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat e Whatsapp. O estudo também compara a performance das plataformas em termos de tempo de uso no desktop e mobile, e quais atividades são mais populares em cada site.

– Social é a principal atividade na internet: norte-americanos passam mais tempo em social media do que em qualquer outra atividade, inclusive e-mail.

– Regras do social-mobile: 60% do tempo é gasto na social media é feito via smartphones e tablets.

– O Facebook atrai sete vezes mais engajamento do que o Twitter tanto via smartphone, quanto em acessos pelo PC.

– O Snapchat é menor do que o WhatsApp, porém seus usuários passam mais tempo na ferramenta “fantasma” do que no comunicador instantâneo adquirido recentemente por Mark Zuckerberg.

– Pinterest, Tumblr e LinkedIn deram passos largos, no ano passado, para aumentar o engajamento em sites e apps móveis. A atual corrida na social media não é pela audiência em si, mas pelo engajamento multitelas.

Via Meio & Mensagem

8,5% dos usuários ativos do Twitter não são humanos

Twitter revela que 23 milhões de contas são, na realidade, bots.

O número de usuários ativos do Twitter está maior, mas com ele também cresce o número de contas ativas “não-humanas”. Atualmente, 23 milhões de contas são mantidas por robôs, com atualizações automáticas sem interação humana.

Isso representa, segundo o blog Engadget, 8,5% da base de usuários ativos em junho.

Entre os bots estão aqueles que tuitam bobagens cada vez que uma palavra específica é citada, contas automáticas que tuitam links de sites de notícia e até mesmo perfis mais nobres, que citam por exemplo informações sobre desastres naturais pelo mundo.

Do Yahoo!.

Facebook vai banir sites e páginas que pedem curtidas em troca de algo

Para impedir o crescimento artificial de páginas, o Facebook alterou sua política de uso da plataforma. Com a nova medida, aplicativos e jogos que “forçam” curtidas dos usuários serão banidos. Os desenvolvedores terão até 5 de novembro para se adequar às novas regras. Depois dessa data, a rede social proibirá aplicações que incentivem pessoas a usar plugins sociais ou curtir páginas em troca de um conteúdo em um site externo como jogos, vídeos, notícias e outros.

O que o Facebook chama de incentivo, inclui oferta de recompensas, apps que exigem curtidas ou que exigem compartilhamento com amigos para serem usados. Os desenvolvedores ainda poderão encorajar usuários a realizar login nos aplicativos, fazer check-in em lugares ou criar promoções na página do aplicativo.

De acordo com o novo regulamento, a medida servirá para para garantir conexões de qualidade entre as empresas donas das páginas e os consumidores usuários do Facebook.

A ideia é que as pessoas curtam as páginas porque realmente gostam do produto ou serviço oferecido pela marca, e não por causa de incentivos artificiais ou de funções que deixam os usuários sem saída para conseguir consumir o conteúdo.

Outra exigência do Facebook é que jogos que fazem cobranças em dinheiro, sejam elas obrigatórias ou opcionais, divulguem essa informação na descrição do app, tanto no Facebook quanto em outras plataformas. Assim, o usuário saberá que poderá ser cobrado durante o jogo.

Fonte: Techtudo

Facebook sobre a rede social: “você usa por sua conta e risco”

O Facebook é alvo de uma ação coletiva orquestrada pelo estudante austríaco de Direito Max Schrems. Por meio do site FB Claim, ele reuniu 25 mil usuários dispostos a processar a empresa por violação à privacidade, entre outras acusações.

Para evitar problemas judiciais, a rede social mantém no site uma Declaração de direitos e responsabilidades. A partir do momento em que o usuário cria um perfil, passa a concordar com os termos descritos no documento.

No item 16, a empresa esclarece sua atuação em letras garrafais. “NÓS TENTAMOS MANTER O FACEBOOK ATUALIZADO, SEGURO E LIVRE DE ERROS, MAS VOCÊ O USA POR SUA CONTA E RISCO. NÓS FORNECEMOS O FACEBOOK NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRA SEM GARANTIAS EXPRESSAS OU IMPLÍCITAS, INCLUINDO, SEM LIMITAÇÃO, GARANTIAS IMPLÍCITAS DE COMERCIALIZAÇÃO, ADEQUAÇÃO A UMA FINALIDADE ESPECÍFICA E NÃO INFRAÇÃO. NÃO GARANTIMOS QUE O FACEBOOK FICARÁ SEMPRE SEGURO, PROTEGIDO, SEM ERROS, NEM QUE O FACEBOOK SEMPRE FUNCIONARÁ SEM INTERRUPÇÕES, ATRASOS OU IMPERFEIÇÕES.”

O documento informa que as leis do estado da Califórnia regem a Declaração. Portanto, qualquer reivindicação do ponto de vista judicial deverá ser analisada conforme este critério. “Você concorda em ter seus dados pessoais transferidos para e processados nos Estados Unidos”, reforça o texto.

Ponto polêmico, a retenção e utilização dos dados pessoais também está prevista. “Você nos concede permissão para usar seu nome, a imagem do perfil, conteúdo e informações em relação a conteúdo comercial, patrocinado ou relacionado (como uma marca que você gosta) fornecido ou aperfeiçoado por nós (…) Se você tiver selecionado um público específico para seu conteúdo ou informações, respeitaremos sua escolha quando usarmos esses dados”. No entanto, segundo a empresa, conteúdo e informações não serão repassadas para anunciantes sem o consentimento dos usuários.

Fonte: Olhar Digital

79% das crianças e adolescentes brasileiros que usam internet possuem perfil em redes sociais

A pesquisa TIC Kids Online 2013, realizada pelo CETIC.br, ouviu 2.261 crianças e adolescentes usuários de internet

O número de crianças e adolescentes presentes nas redes sociais cresce cada vez mais no Brasil. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2013, feita pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), revela que 79% dos usuários de Internet entre 9 e 17 anos possuem perfil na rede social que mais utilizam – um crescimento de 9 pontos percentuais em relação a 2012.

A tendência à mobilidade é outro destaque apontado pela pesquisa. O telefone celular é utilizado por pouco mais da metade das crianças e adolescentes para acessar a rede (53%). Em 2012, essa proporção era de 21%. Já o acesso à Internet por meio dos tablets cresceu de 2%, em 2012, para 16%, em 2013. Os computadores de mesa seguem como os dispositivos mais utilizados para acessar a Internet por este público: 71%.

A pesquisa TIC Kids Online Brasil, em sua segunda edição, está baseada no referencial metodológico da rede europeia EU Kids Online, liderada pela London School of Economics. Realizada entre setembro de 2013 e janeiro de 2014, a pesquisa entrevistou 2.261 crianças e adolescentes usuários de Internet com idades entre 9 e 17 anos em todo o território nacional. O mesmo número de pais ou responsáveis dos jovens selecionados (2.261) foi entrevistado para identificar as experiências dos filhos como usuários de Internet.

Local para uso da Internet

O ambiente para acesso à rede mais mencionado é a sala de casa (68%), seguido pelo quarto da criança/adolescente (57%). Este último apresentou um aumento de 31 pontos percentuais em relação ao ano anterior. “Os resultados indicam um crescimento do uso da Internet em locais que a criança ou o adolescente encontram maior privacidade, como é o caso do quarto. Isto representa um desafio para os pais no que se refere à mediação do uso da rede”, ressalta Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

Com o aumento do uso da Internet no interior dos domicílios, os centros de acesso pago, como as lanhouses, são mencionados em menor proporção, passando de 35%, em 2012, para 22%, em 2013.

Redes sociais e outras atividades on-line

Entre os usuários de Internet de 9 a 17 anos, 77% apontam o Facebook como a rede social mais utilizada. Já o Orkut, que era a principal rede social para 27% das crianças e adolescentes em 2012, foi citado como rede mais usada por apenas 1% dos jovens, em 2013. Em relação às atividades realizadas, destacam-se: pesquisa para trabalho escolar (87%), assistir a vídeos (68%) e baixar músicas ou filmes (50%).

Habilidades, riscos e mediação dos pais e responsáveis

No que diz respeito às habilidades para o uso da Internet, a pesquisa aponta que 58% dos usuários de Internet entre 11 e 17 anos declararam saber mudar as configurações de privacidade em perfis de redes sociais. Adicionalmente, 42% dos usuários de Internet na mesma faixa etária afirmaram saber comparar diferentes sites na web para saber se as informações são verdadeiras.

Em relação a situações de risco vividas on-line, 38% das crianças e adolescentes entre 11 e 17 anos de idade adicionaram pessoas que nunca conheceram pessoalmente à suas listas de amigos ou contatos nas redes sociais. “As faixas de idade mais altas reportam mais atividades de risco potencial em relação aos mais novos”, explica Alexandre Barbosa.

Entre as atividades de mediação dos pais e responsáveis, a conversa sobre o que os filhos fazem na Internet (81%) é a ação mais citada. Já 43% dos pais e responsáveis afirmam realizar atividades junto com os filhos na rede. Quando questionados sobre os riscos, apenas 8% dos pais e responsáveis dos jovens selecionados acreditam que seu filho tenha passado por alguma situação de incômodo ou constrangimento na Internet – percentual semelhante ao verificado em 2012 (6%).

Consumo e publicidade

“Pela primeira vez a TIC Kids Online Brasil 2013 avaliou a exposição à publicidade e a conteúdos mercadológicos na Internet e em outros meios de comunicação”, afirma Alexandre Barbosa. Os resultados apontam que 61% dos adolescentes usuários de Internet com idades entre 11 e 17 anos declararam ter visto publicidade nas redes sociais, enquanto 30% o fizeram em sítios de jogos na Internet.

A interação com a publicidade on-line mostrou-se significativa. Entre as crianças e adolescentes de 11 a 17 anos que possuem perfil em rede social, 57% afirmam ter “curtido”, 36% “compartilhado”, 21% “descurtido” e 20% “bloqueado” alguma propaganda ou publicidade com a qual tiveram contato em redes sociais.

Para acessar a pesquisa na íntegra, acesse o infográfico que traz os principais destaques do estudo.

Fonte: Administradores

53% das crianças e adolescentes internautas no Brasil usam celulares

Reproduzido do IDGNow!.
A pesquisa TIC Kids Online 2013 ouviu 2.261 internautas entre 9 e 17 anos e registrou aumento também no uso das redes sociais.

O telefone celular é utilizado por pouco mais da metade das crianças e adolescentes para acessar a rede (53%). Em 2012, essa proporção era de 21%. O número de crianças e adolescentes presentes nas redes sociais também cresce cada vez mais, segundo a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2013, feita pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br).

O acesso à Internet por meio de dispositivos móveis cresceu, tanto em relação aos smartphones quando aos  tablets (de 2%, em 2012, para 16%, em 2013).

“Os dados de mobilidade revelam a necessidade de novas estratégias por parte de pais e responsáveis para a orientação e a mediação do acesso à internet feito por  crianças e adolescentes”, alerta Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br. “As ciranças e adolescentes estão tendo maior privacidade no acesso. Isso é um ponto de reflexão para os pais e responsáveis”,  afirma Barbosa.

De acordo com os pesquisadores, a educação para o uso de dispositivos móveis e o acesso seguro  à internet a partir deles deveriam passar mobilizar mais os pais e responsáveis. O uso de filtros de restrição de acesso é uma das medidas que poderia ser adotada. Mas ainda há poucos produtos disponíveis no mercado para essas plataformas.

A pesquisa revela também que 79% dos usuários de Internet entre 9 e 17 anos possuem perfil na rede social que mais utilizam – um crescimento de 9 pontos percentuais em relação a 2012.

Entre os usuários de Internet de 9 a 17 anos, 77% apontam o Facebook como a rede social mais utilizada. Já o Orkut, que era a principal rede social para 27% das crianças e adolescentes em 2012, foi citado como rede mais usada por apenas 1% dos jovens, em 2013.

Acesso à Internet
Os computadores de mesa seguem como os dispositivos mais utilizados para acessar a Internet por este público: 71%.

O ambiente para acesso à rede mais mencionado é a sala de casa (68%), seguido pelo quarto da criança/adolescente (57%). Este último apresentou um aumento de 31 pontos percentuais em relação ao ano anterior. “Mais um indicador de que o acesso vem sendo feito de ontos de maior privacidade”, alerta Barbosa.

Com o aumento do uso da Internet no interior dos domicílios, os centros de acesso pago, como as lanhouses, são mencionados em menor proporção, passando de 35%, em 2012, para 22%, em 2013.

Em relação às atividades realizadas, destacam-se: pesquisa para trabalho escolar (87%), assistir a vídeos (68%) e baixar músicas ou filmes (50%).

Segurança
No que diz respeito às habilidades para o uso da Internet, a pesquisa aponta que 58% dos usuários de Internet entre 11 e 17 anos declararam saber mudar as configurações de privacidade em perfis de redes sociais. Adicionalmente, 42% dos usuários de Internet na mesma faixa etária afirmaram saber comparar diferentes sites na web para saber se as informações são verdadeiras.

Em relação a situações de risco vividas on-line, 38% das crianças e adolescentes entre 11 e 17 anos de idade adicionaram pessoas que nunca conheceram pessoalmente à suas listas de amigos ou contatos nas redes sociais. “As faixas de idade mais altas reportam mais atividades de risco potencial em relação aos mais novos”, explica Alexandre Barbosa.

De um modo geral,  pais e responsáveis se preocupam pouco com os riscos do uso da internet por crianças e adolescentes. Quando questionados sobre os riscos, apenas 8% dos pais e responsáveis dos jovens selecionados acreditam que seu filho tenha passado por alguma situação de incômodo ou constrangimento na Internet – percentual semelhante ao verificado em 2012 (6%).

Entre as atividades de mediação dos pais e responsáveis, a conversa sobre o que os filhos fazem na Internet (81%) é a ação mais citada. Já 43% dos pais e responsáveis afirmam realizar atividades junto com os filhos na rede.

Consumo e publicidade
Pela primeira vez a TIC Kids Online Brasil 2013 avaliou a exposição à publicidade e a conteúdos mercadológicos na Internet e em outros meios de comunicação. A intenção foi saber se as crianças e adolescentes conseguem diferenciar o conteúdo publicitário de outros conteúdos consumidos online.

Os resultados apontam que 61% dos adolescentes usuários de Internet com idades entre 11 e 17 anos declararam ter visto publicidade nas redes sociais, enquanto 30% o fizeram em sites de jogos na Internet.

De um modo geral, esse público interage bastante com conteúdos publicitários, curtindo e compartilhando.

A interação com a publicidade online mostrou-se significativa. Entre as crianças e adolescentes de 11 a 17 anos que possuem perfil em rede social, 57% afirmam ter “curtido”, 36% “compartilhado”, 21% “descurtido” e 20% “bloqueado” alguma propaganda ou publicidade com a qual tiveram contato em redes sociais.

“Quanto menor a faixa etária, maior a proporção de crianças que curtem e compartilham conteúdos publicitários”, afirma Barbosa.

Realizada entre setembro de 2013 e janeiro de 2014, a pesquisa entrevistou 2.261 crianças e adolescentes usuários de Internet com idades entre 9 e 17 anos em todo o território nacional. O mesmo número de pais ou responsáveis dos jovens selecionados (2.261) foi entrevistado para identificar as experiências dos filhos como usuários de Internet. A pesquisa, em sua segunda edição, está baseada no referencial metodológico da rede europeia EU Kids Online, liderada pela London School of Economics (com exceção do módulo de consumo de publicidade).

Brasileiros lideram ranking de horas gastas em redes sociais, diz estudo

Os brasileiros são os que passam mais tempo online nas redes sociais, totalizando 13,8 horas mensais. Os dados foram levantados pelo SurveyMonkey, em parceria com a Social@Ogilvy. Segundo o estudo, os russos ficam em segundo lugar, com 10,8 horas mensais, e os argentinos ficam em terceiro, com 10,2 horas. Os brasileiros também estão entre os que mais compartilham conteúdo nas redes sociais (71% dos internautas nas redes), ficando atrás apenas da China (80%) e de Hong Kong (73%).

A pesquisa foi feita com 6,5 mil internautas de 16 países. Japão, Estados Unidos e Alemanha ficaram na lanterna, e são os que menos compartilham conteúdos, somando 6%, 15% e 21%, respectivamente. O México empata em comportamento online com o Brasil, com 71% dos internautas compartilhando.

Segundo o levantamento, desses brasileiros que acessam as redes, 41% compartilham conteúdos com o objetivo de promoveram alguma causa e 21% têm como objetivo manter contato com amigos.

Personalidade X Contato com amigos

Os motivos dos compartilhamentos variam de acordo com a faixa etária dos brasileiros: 18% dos entrevistados com até 40 anos acreditam que os conteúdos postados em sua linha do tempo refletem suas personalidades. Para as pessoas com mais de 40 anos este índice cai para 5%. Já para 34% desses usuários com mais idade replicar conteúdos ajuda a manter contato com as pessoas na rede social, enquanto apenas 15% dos internautas abaixo desta faixa etária agem com esse objetivo.

Nos entrevistados mais jovens, 28% se sente mais criativo e 55% de quem atingiu os 40 anos acredita se sentir mais útil ao compartilhar um assunto com seus seguidores.

Diversão X Informação

Ainda segundo a pesquisa, 40% dos brasileiros entre 18 e 29 anos postam conteúdos mais divertidos, enquanto 59% de quem tem 40 anos ou mais prefere compartilhar assuntos mais informativos.

Anúncios nas redes sociais

Já em relação à qualidade dos anúncios e conteúdos das redes sociais, 37% dos brasileiros os consideram excelentes ou muito bons, enquanto em outros países pesquisados, essa média cai para 23%.

Um terço dos entrevistados, entre eles os da Indonésia (53%), seguida por Rússia (51%), Cingapura (46%), Brasil (43%) e Turquia (40%), afirmaram ainda seguir marcas para saber mais sobre os produtos, ofertas ou notícias. Quatro entre cada dez entrevistados dizem que estão abertos a publicidade (41%) online. Este ranking é liderado pelo México (55%), seguido por Polônia (51%), China (52%), Cingapura (48%), Brasil e África do Sul (46% cada) e Indonésia (45%).

A pesquisa considerou relatos de internautas de Japão, Cingapura, Coreia, Hong Kong, China, Indonésia, Rússia, Polônia, França, Inglaterra, Alemanha, Turquia, Brasil, México, Estados Unidos e África do Sul.

Fonte: Techtudo