5 de agosto de 2015 – 10:48 | No Comment

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[Pesquisa] Presentes e Comemoração do Dia dos Pais 2015

Com o objetivo de entender entender preferências em relação às opções de presentes e comemoração da Data, a eCGlobal Solutions em parceria com a eCMetrics realizou uma pesquisa quantitativa através de questionário online estruturado. Foram 516 entrevistados em todo o brasil, entre homens e mulheres, com mais de 18 anos de idade.

Através da pesquisa foi possível identificar a opinião dos entrevistados a respeito da importância da data, como pretendem comemorar o dia dos pais nesse ano, quanto pretendem gastar esse ano com presentes, principais presentes comprados e os presentes mais desejados pelos pais. Confira o infográfico no final da matéria.

Entre os entrevistados, 83% disseram que planejam comemorar o Dia dos Pais nesse ano e também acham a data importante ou muito importante.

Em relação a comemoração da data, 8 em cada 10 pretendem comprar presente para o seu pai, e entre esses um pouco mais da metade também pretendem presentear outra figura paterna como um avô, tio, sogro, etc. Para 89% dos entrevistados, a comemoração será com toda a família. Apenas 6% disse que a comemoração será apenas com o pai. Entre os entrevistados que já são pais (59%), 9 em cada 10 costumam receber presente no Dia dos Pais.

Reunir a família em casa é a principal programação para comemorarem a data (68%), num segundo patamar bem mais distante está uma parcela dizendo que vai sair para comer fora (19%).

O tipo de presente mais comum no Dia dos Pais são roupas e acessórios, 68% dos pais entrevistados dizem que costuma receber esse tipo de presente. Além disso, ganham livros e filmes (8%), bombons e chocolates (6%), bebidas (6%), e passeios e viagens (4%). Quando perguntados qual tipo de presente preferem ganhar esse ano, os pais indicaram roupas e acessórios (52%), seguindos de viagens (14%), bebidas (9%), e livros e filmes (9%).

Assim como o tipo de presente mais comum e que os pais mais gostam, as roupas/ acessórios se destacam como opção de presente que a maioria pretende comprar ou que já comprou para o seu pai, 64%. Em relação ao valor, 6 em cada 10 pessoas pretendem gastar até 250 reais com esse presente.

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Google separa YouTube do Google+

O Google anunciou na semana passada em um post em seu blog que mudará a maneira como o perfil de usuários do Google+ é utilizado em outros serviços. O perfil de usuários do Google+ servia como sua identidade para todos os outros serviços da empresa e, a partir de hoje, isso deve mudar. O objetivo das mudanças é desvincular o Google+ dos outros serviços da empresa.

O serviço que receberá as mudanças mais importantes é o YouTube: num post em seu blog, o site anunciou que não será mais necessário ter um perfil em sua rede social para poder subir vídeos, criar canais ou escrever comentários no site de vídeos.

Essa mudança deve acontecer gradualmente ao longo das próximas semanas. Usuários que já utilizam o YouTube e não se incomodam com a ligação com o Google+ podem continuar utilizando-o normalmente. O YouTube avisa, no entanto, que usuários que queiram deletar seu perfil do Google+ devem esperar algumas semanas. Caso contrário, correm o risco de perder os vídeos associados à conta.

A partir de hoje o YouTube diz ter melhorado o sistema de ranqueamento de comentários (de forma a mostrar apenas conteúdo mais relevante) e desvinculado os comentários do YouTube com os perfis. As opções de moderação dos canais permanecerão inalteradas.

Com relação ao Google+, o post do Google informa que a rede será mais focada em permitir a pessoas que “interajam em torno de certos interesses, com o conteúdo e as pessoas que as inspiram”. A empresa pretende continuar a agregar novas funcionalidades à rede social com foco nesse aspecto das interações.

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Brasil é o país que mais cresce em adesão ao Spotify

O Spotify desembarcou no Brasil no fim de maio de 2014 com o desafio de enfrentar concorrentes já presentes há mais tempo no país, como Deezer, Rdio, Xbox Music e Napster. Um ano e 200 milhões de horas de músicas ouvidas depois, o serviço tomou a dianteira no mercado nacional de streaming de música, segundo a própria plataforma – que não abre o número de cadastros por aqui. No mundo inteiro, são 75 milhões de usuários ativos, sendo 20 milhões deles assinantes da versão premium. E o Brasil se destaca nas estratégias da empresa como o país em que a adesão mais cresce em todo o globo. O engajamento dos usuários nacionais também chama atenção. Eles ouvem, em média, 104 minutos diários de música.

Ainda assim, existe um longo percurso a ser trilhado na comparação com mercados mais maduros, como o da Suécia, onde o serviço foi criado e dois terços da população acessam a plataforma. Por aqui, a audiência é formada prioritariamente por jovens: 70% da base têm entre 18 e 34 anos. O desafio é convencer mais consumidores a trocarem a pirataria pelo canal de streaming. Para isso, a empresa conta com o atrativo da versão freemium, em que o usuário não paga nada para ouvir as músicas, mas é impactado por anúncios, sejam banners, audio spots, vídeos e outros formatos de publicidade.

Segmentação do público atingido
A plataforma publicitária do canal de streaming oferece como atrativo a vasta possibilidade de segmentação das campanhas, seja por geolocalização, gênero, idade, horário e, até, por playlist que está sendo ouvida. O estilo de música pode dizer muito sobre o momento de consumo: se o usuário está praticando atividades físicas, viajando, relaxando ou festejando. Essa contextualização garante uma taxa de clique de, em média, 1%.

O viewability é mais um atrativo. “Os anúncios são supervisíveis no Spotify porque estão sempre bem posicionados. Não existe segundo scroll na plataforma, nem duas marcas aparecem na mesma página ao mesmo tempo. Em outros sites, 40% das peças publicitárias aparecem no segundo scroll. Os anunciantes podem desenvolver também ações diferenciadas no canal”, destaca o Diretor de Vendas.

Uma dessas campanhas especiais consiste na criação de um perfil da marca na plataforma, equivalente a um brand channel no Facebook ou a um canal no YouTube. Para ter presença na empresa de streaming, entretanto, é preciso desembolsar um investimento mínimo de R$ 100 mil, que pode ser parcelado em três vezes, para garantir o ambiente. Nele, a companhia inclui suas playlists e tem acesso aos dados de consumo delas, com análises comportamentais dos usuários e até do sentimento do consumidor no momento em que está ouvindo as canções selecionadas. A ferramenta é promissora especialmente para empresas que têm como estratégia fortalecer o pilar de música no Marketing.

Marcas que investem na plataforma
A Gilette é uma das organizações que já marca presença na plataforma, contando com embaixadores celebres: Claudia Leitte, Ivete Sangalo, Sabrina Sato e Gabriel Medina. Esse time faz a curadoria e monta playlists para os fãs da companhia. O sufista campeão do mundo no ano passado, Medina, inclui em sua seleção as canções que o ajudam a se preparar para as competições e que têm relação com o esporte.

A Oakley também investiu no canal. A marca de roupas esportivas criou um canal na plataforma de música por streaming para oferecer playlists montadas especialmente para quem curte pedalar ou correr. A ação faz parte da campanha “One Obsession”, lançada no começo deste ano para estreitar o relacionamento com os jovens. O objetivo é unir a prática de exercícios e a música em sua ação de Marketing, dois universos que dialogam intensa e harmonicamente.

Na virada de setembro para outubro, a plataforma traz para o Brasil seu concurso Emerge, que dá destaque a artistas que estão emergindo no cenário musical. Os usuários do Spotify podem votar durante cerca de 10 semanas para que seja apontado um vencedor. O projeto já acontece em outros países, como nos Estados Unidos, onde caminha para a oitava edição. A banda inglesa Bastille, que está fazendo sucesso ao redor do mundo, é uma das que foi descoberta por meio do concurso. Agora, o Spotify busca um patrocinador para a competição.

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Mobile é prioridade para o Google hoje, no Brasil

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Ser uma das maiores empresas de tecnologia do mundo traz algumas vantagens ao Google. Em relação aos desafios da inovação, no entanto, a marca é colocada lado a lado a qualquer outra companhia, já que precisa se atualizar e estar em um constante processo de aprendizado e análise do cliente para alcançar o sucesso. As ações de Marketing da gigante de buscas podem não parecer tão visíveis ao grande público, mas existem e estão alinhadas à criação de novos produtos e abertura de mercados, incluindo o Brasil.

As características e hábitos dos brasileiros vêm fazendo com que o grupo realize pesquisas cada vez mais profundas para saber o que oferecer e para estar inserido no cotidiano das pessoas. Tanto investimento e dedicação o tornaram a marca mais valiosa do mundo, avaliada em US$ 158,8 bilhões, segundo o ranking BrandZ 2014, elaborado pela Millward Brown Optimor. O consumidor final, entretanto, não é o único beneficiado pelas ações da americana – existem equipes focadas em ajudar empresas de todos os tamanhos.

Desta forma são desenhadas as iniciativas que envolvem, a todo momento, a satisfação do usuário. “Nosso Marketing é divido em três áreas e a primeira delas é focada em entender o contexto real do brasileiro para levarmos para o time global. A equipe internacional localiza os melhores serviços para esse público. Essa etapa é fundamental, pois orienta nossos negócios na região e otimiza os produtos para os meios certos”, conta Esteban Walther, Diretor de Marketing do Google para América Latina, em entrevista à TV Mundo do Marketing.

Ser relevante

Outra segmentação trabalhada pelo Google é tornar a marca e os serviços localmente relevantes, ou seja, incluí-los na rotina de cada indivíduo. Um exemplo foi a cobertura do carnaval da Bahia, com transmissão ao vivo pelo YouTube, e os projetos de ruas coloridas durante a Copa do Mundo. Mesmo as ações do Google Maps e Street View estão inseridas nessa estratégia, como digitalização de comunidades da Amazônia e de Fernando de Noronha.

Há ainda uma área que é responsável por criar e efetivar parcerias e projetos que ajudem a contribuir econômica e socialmente para o Brasil. “Temos lançado uma série de iniciativas, assim como funções e recursos para educação voltadas às crianças. Em 2014, premiamos quatro grandes projetos de tecnologia, além de ações voltadas à conectividade. Queremos deixar um legado e transmitir o que sabemos”, afirma Esteban.

As pessoas consomem, identificam-se e utilizam a tecnologia, enquanto os clientes corporativos querem absorver dados para continuar oferecendo mais novidades. “Olhamos muito as mudanças comportamentais, que estão ocorrendo muito rapidamente. Oferecemos essas pesquisas aos nossos clientes para ajudá-los em campanhas com anúncios e publicidade. Observamos, por exemplo, que o mobile é a grande mudança que está acontecendo no país e estamos de olho nisso. Tem muito usuário fazendo busca no Google pelo celular”, conta Esteban.

Foco no mobile

O aumento do uso de dispositivos móveis no Brasil é algo que vem surpreendendo o mercado. Em um intervalo de apenas seis meses, a audiência móvel cresceu 50% e, em resposta, as marcas aumentaram em 46% a adoção desse canal, de acordo com dados da segunda edição do Mobility Index, da Pontomobi. O acesso à internet por esses aparelhos foi identificado pela companhia de tecnologia e já está sendo foco de estudo sobre como trabalhar as maneiras de uso.

Isso porque a atenção é dividida com outras plataformas ou outros lugares, como lojas físicas. “Os usuários possuem várias necessidades e interrupções e interagem com celulares enquanto realizam outras tarefas. Muitas buscas são feitas nos locais em que eles estão pretendendo gastar. Em uma avaliação, observamos que, em média, os brasileiros olham 86 vezes o celular por dia. Não há como desprezar esse número, por isso focamos em produtos que sejam relevantes para ele”, conta o Diretor de Marketing do Google.

O lançamento e aprimoramento do Google Now é uma das soluções para esse perfil. O serviço é capaz de criar cartões com informações referentes às atividades realizadas por cada indivíduo na rede. Além disso, a ferramenta solicita alguns dados para aprimorar a entrega, como endereço de trabalho, times de futebol, sites que visita, entre outros. O objetivo é que o produto se torne um companheiro e possa oferecer alguma solução em qualquer momento do dia.

Ações para empresas

O objetivo principal do Google em relação às empresas que anunciam no site é justamente o mobile. O sucesso no meio móvel é um dos maiores esforços da companhia aqui no Brasil. “Nosso trabalho é explicar as oportunidades e isso inclui vários aspectos, como a definição da estratégia: será site ou aplicativo? Então, pensamos em como fazer para usar as telas pequenas da melhor forma possível. Estamos tentando mostrar as melhores práticas do mercado e, uma vez que isso esteja construído, como eles podem comunicar e maquinar as ações de uma forma melhor”, conta Esteban.

No dia 10 de junho, a gigante de tecnologia realizou um evento transmitido simultaneamente para sete mil pessoas de todo o país com foco em treinamento no campo digital. O filme apresentado contou com relatos de experts na área, que explicaram o ponto de vista deles sobre a transformação global. A iniciativa faz parte de uma série de outras que ocorrerão para levar mais conhecimento em mobile – foco da companhia para os próximos anos.

Mesmo as pequenas e médias empresas terão suporte nessa área e ainda um cuidado a mais em relação à realização de ações. “Uma das prioridades que temos com PMEs é fazer com que elas entendam os diversos produtos que oferecemos no Google Negócios. Estamos concentrando esforços para informar que essas ferramentas existem e que é possível ter um crescimento rápido dentro delas. Por muitos não possuírem expertise em gestão digital, desenvolvemos uma plataforma que os ajuda a criarem uma network – o Google Partners, que possui agências em sua base cadastral. Pelo Google Finder, o próprio empresário pode buscar um fornecedor. Acreditamos que esse suporte é importante para elas abraçarem as ações digitais”, afirma o Diretor de Marketing.

Conteúdo e usuários

O Google também aparece como o proprietário de uma das redes sociais mais populares no mundo. O YouTube hoje concentra boa parte dos acessos da web, o que faz com que a companhia crie cada vez mais incentivos para fomentar a publicação de conteúdo no canal. Os produtos específicos para a plataforma de vídeos incluem uma ajuda para que os usuários gerem novidades interessantes para engajar outras pessoas.

Além disso, o Google Plus – mesmo não tendo a visibilidade que outros sites possuem, como o Facebook ou Twitter – continua sendo importante para a gigante americana. “Essa ferramenta nos ajuda a entender as mudanças no lado social dos internautas. Continuamos investindo no Google+, criamos o Connections, que aproxima o usuário de suas paixões, e lançamos o Google Fotos, que era uma parte complementar, para entregar uma experiência maior aos amantes da fotografia”, conta Esteban.

Cada um desses serviços tendem a estar integrados às outras áreas, oferecendo todas as informações em uma só página, como um assistente. “Hoje já fazemos atualizações de trânsito em tempo real e criamos alertas de voos quando a pessoa vai viajar. Ela compra a passagem e nós avisamos com antecedência se as vias estão engarrafadas até o aeroporto, por exemplo. Isso é só uma parte do que já existe. No futuro próximo, faremos muito mais. Faremos algo maior, capaz de conversar como uma pessoa. O machine learning melhorará muito, ainda estamos na infância”, finaliza o Diretor de Marketing.

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Os erros mais comuns de marketing digital

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Veja abaixo quais são os principais erros de marketing digital

1-Problemas na identificação de canais de distribuição – são inúmeras as empresas que começam a estabelecer sua presença online de forma desordenada e puramente empírica. Veja bem, não há nada errado em construir e experimentar através da tentativa e erro, porém você precisa procurar embasamento.

Por isso, é imprescindível fazer o mínimo de pesquisa com o seu target e saber identificar quais são os espaços em que eles se concentram e qual é o tom das discussões estabelecidas por lá. Se fosse possível apontar o maior dos problemas dentro deste erro, sem dúvida a monocultura seria o maior deles.

Depositar todas as suas esperanças em uma só plataforma torna a sua ação limitada e pouco predisposta a dar certo. Trabalhar só o Facebook na esperança de construir uma comunidade real e que seja capaz de construir relacionamento em vez de curtidas vazias é um dos principais desafios de quem leva toda essa história a sério!

2-Não ter um planejamento ou estratégia – o pessoal de compras precisa de um planejamento? A equipe de novos negócios adota uma estratégia? Pois é, o pessoal de marketing digital vai precisar de um belo plano também. O fato de tudo ser rápido e praticamente imediato faz com que a existência de um planejamento seja crucial para o sucesso.

Existem vários pontos que devem ser previstos quando se faz um planejamento do zero, como a definição de tom e voz, periodicidade, linha editorial, canais de distribuição e assim por diante. Mais tarde, os planejamentos devem incluir ações específicas, previsões de pauta e projeções de resultados.

Lembre-se: todo e qualquer negócio deve ter seu foco em resultados reais.

3-Equipe não profissionalizada – seu sobrinho tem muitos amigos no Facebook e um blog superlegal? Que bom! Ainda assim isso não faz dele um profissional capaz de trabalhar com a gestão de marketing digital da sua empresa. A mesma coisa se aplica ao filho do vizinho ou quem quer que seja. Se você quer aumentar suas vendas, conseguir mais clientes e prospects, procure profissionais de verdade. Só assim a sua estratégia vai funcionar de verdade.

Investir em marketing digital significa em investir em pessoas capacitadas o suficiente para desenvolver ações que tragam os resultados esperados para empresa. De nada adianta contratar ferramentas superpoderosas se você não tem alguém capaz de interpretar os dados que elas extraem.