15 de setembro de 2014 – 17:23 | No Comment

Pesquisa realizada  pela eCMetrics entre os dias 10 e 11 de sembro de 2014 revela percepções e intenção de consumo dos brasileiros em relação ao novo relógio inteligente da Apple, o Apple Watch.
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iWatch: Mais da metade dos internautas brasileiros adorariam ter um Apple Watch [Pesquisa e Infográfico]

Pesquisa realizada  pela eCMetrics entre os dias 10 e 11 de sembro de 2014 revela percepções e intenção de consumo dos brasileiros em relação ao novo relógio inteligente da Apple, o Apple Watch.

No evento ocorrido no dia 09 de setembro de 2014 a Apple lançou novos produtos como o iPhone6, iPhone 6 PlusiOS8 e o Apple Watch, novidades que ganharam bastante atenção da mídia mundial e rapidamente foi para os Trending Topics mundial.

Segundo a pesquisa, as funcionalidades do Apple Watch conquistaram os brasileiros e despertaram intenção de compra para o novo relógio inteligente da Apple. A pesquisa foi realizada pela eCMetrics e eCGlobal Solutions, entre os dias 10 e 11 de setembro, com 1.000 internautas brasileiros, utilizando a plataforma inteligente de insights instantâneos eCInstant .

apple facebook pt 300x265 Apple Watch agrada e promete conquistar os brasileiros [infográfico]

Segundo a pesquisa, o termo mais associado pelas pessoas ao Apple Watch foi “inovação”, assim como “tecnológico” – percepções que são o diferencial da Apple em relação aos seus concorrentes, e que a empresa busca a cada lançamento de produto. Dos entrevistados, 58% ficaram sabendo do evento de lançamento da Applee declararam em sua maioria ter sido impactados online: em sites de notícias, sites especializados e redes sociais. Dentre os outros meios digitais nos quais foram impactados, destacamos as citações ao WhatsApp e Youtube. Interessante também a proporção muito menor dos que declararam ter sido impactados em meios offline, como TV (15%) e jornal (7%).

relógio inteligente da Apple gerou interesse em 78% dos entrevistados, que em sua maioria afirma que gostou muito (54%) ou gostou (35%) do design. Das versões personalizadas apresentadas pela Apple, as que mais agradaram foram: Timelapse (17%), Photo (16%), Utility (15%), Solar (13%) e Astronomy (12%). As demais versões: Simple (9%), Motion (9%), Mickey Mouse (7%) não foram consideradas tão atrativas e apenas 2% não gostaram de nenhuma das versões. As variações de pulseiras também chamaram a atenção dos usuários, que votaram na Link Bracelet (27%) como a que mais agradou, seguida dos modelos Classic Buckle (23%), Modern Buckle (22%) e Milanese Loop (16%).

Considerado bonito e útil, o Apple Watch despertou o desejo de compra em 86% dos entrevistados, que declaram que gostariam (31%) ou gostariam muito (55%) de ter o relógio inteligente da Apple. 73% estariam dispostos a gastar entre R$ 500 e R$ 700 pelo produto e 20% cerca de R$ 701 e R$ 900. Considerando o preço estimado para venda no mercado norte-americano, os brasileiros irão pagar mais do que gostariam pelo produto.

Sobre percepção, o relógio iWatch agregou os valores percebidos da marca, sendo considerado pelos internautas como inovador (42%) e sofisticado (14%). Interessante notar que 22% consideraram que o relógio combina com elas e 10% associaram à pessoas jovens.

Apple Watch está previsto para chegar ao mercado norte-americano em 2015, com preços em torno de U$ 349 nas versões mais básicas. Ao contrário do que se imaginava, não é um produto independente, sendo projetado para funcionar aliado a um iPhone compatível, para desta forma integrar funções. Os modelos de iPhone compatíveis com o Apple Watch são o iPhone 6, iPhone 6 Plus, iPhone 5s, iPhone 5c e iPhone 5. O software de pagamentoApple Pay, uma espécie de carteira móvel, também está integrado ao Apple Watch. A ideia de Tim Cook, CEO da Apple, é substituir o antigo processo de pagamento (dinheiro e cartões de débito e crédito) por um sistema completamente novo. A tendência da mobilidade se confirma de forma ainda mais forte com o lançamento do Apple Pay e a Apple acredita no sucesso do Apple Pay porque foi projetado pensando na experiência do usuário.

O Apple Watch possui três tipos de materiais disponíveis para a construção do relógio inteligente: alumínio, aço inoxidável e versões de alto luxo: ouro dourado e ouro rosado. As variações do Apple Watch são bem interessantes:Apple Watch tradicionalSport e Edition, que possui visual mais clássico e elegante. Além disso, o Apple Watch terá aparelhos de dois tamanhos: 38mm e 42mm.

Para mais informações, confira nosso infográfico da pesquisa sobre as percepções dos brasileiros sobre o Apple Watch.

Sobre o eCInstant:

 eCInstant é uma poderosa plataforma de pesquisa digital 100% “faça você mesmo”, com alto poder de segmentação, que conecta marcas, pesquisadores, agências de marketing e propaganda com as pessoas certas, de maneira instantânea. Com eCinstant é possível coletar dados e feedbacks mais rápidos dos consumidores e com menor custo em relação às pesquisas tradicionais, obtendo insights em tempo real para apoiar diariamente as decisões empresariais.

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Facebook engaja mais do que o Twitter

Dados da BI Intelligence apontam engajamento dos usuários, via PC e mobile, nos principais canais de social media

Do ProXXIma

Com 1,2 bilhão de usuários mensais ativos, é compreensível que se fale do Facebook em números. Porém, com o surgimento de novas redes sociais e apps, a audiência das plataformas “veteranas” torna-se cada vez mais fragmentada e outras mensurações acabam sendo mais importantes, especialmente para empresas que tentam descobrir qual é o melhor canal para investir.

Fatores como quanto tempo os usuários passam em cada rede social e quão engajados e interativos eles estão com os conteúdos nesses sites são fundamentais para determinar isso.

Em uma pesquisa recente, o BI Intelligence calculou o engajamento das cinco principais redes sociais e comunicadores instantâneos: Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat e Whatsapp. O estudo também compara a performance das plataformas em termos de tempo de uso no desktop e mobile, e quais atividades são mais populares em cada site.

- Social é a principal atividade na internet: norte-americanos passam mais tempo em social media do que em qualquer outra atividade, inclusive e-mail.

- Regras do social-mobile: 60% do tempo é gasto na social media é feito via smartphones e tablets.

- O Facebook atrai sete vezes mais engajamento do que o Twitter tanto via smartphone, quanto em acessos pelo PC.

- O Snapchat é menor do que o WhatsApp, porém seus usuários passam mais tempo na ferramenta “fantasma” do que no comunicador instantâneo adquirido recentemente por Mark Zuckerberg.

- Pinterest, Tumblr e LinkedIn deram passos largos, no ano passado, para aumentar o engajamento em sites e apps móveis. A atual corrida na social media não é pela audiência em si, mas pelo engajamento multitelas.

Via Meio & Mensagem

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8,5% dos usuários ativos do Twitter não são humanos

Twitter revela que 23 milhões de contas são, na realidade, bots.

O número de usuários ativos do Twitter está maior, mas com ele também cresce o número de contas ativas “não-humanas”. Atualmente, 23 milhões de contas são mantidas por robôs, com atualizações automáticas sem interação humana.

Isso representa, segundo o blog Engadget, 8,5% da base de usuários ativos em junho.

Entre os bots estão aqueles que tuitam bobagens cada vez que uma palavra específica é citada, contas automáticas que tuitam links de sites de notícia e até mesmo perfis mais nobres, que citam por exemplo informações sobre desastres naturais pelo mundo.

Do Yahoo!.

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Facebook vai banir sites e páginas que pedem curtidas em troca de algo

Para impedir o crescimento artificial de páginas, o Facebook alterou sua política de uso da plataforma. Com a nova medida, aplicativos e jogos que “forçam” curtidas dos usuários serão banidos. Os desenvolvedores terão até 5 de novembro para se adequar às novas regras. Depois dessa data, a rede social proibirá aplicações que incentivem pessoas a usar plugins sociais ou curtir páginas em troca de um conteúdo em um site externo como jogos, vídeos, notícias e outros.

O que o Facebook chama de incentivo, inclui oferta de recompensas, apps que exigem curtidas ou que exigem compartilhamento com amigos para serem usados. Os desenvolvedores ainda poderão encorajar usuários a realizar login nos aplicativos, fazer check-in em lugares ou criar promoções na página do aplicativo.

De acordo com o novo regulamento, a medida servirá para para garantir conexões de qualidade entre as empresas donas das páginas e os consumidores usuários do Facebook.

A ideia é que as pessoas curtam as páginas porque realmente gostam do produto ou serviço oferecido pela marca, e não por causa de incentivos artificiais ou de funções que deixam os usuários sem saída para conseguir consumir o conteúdo.

Outra exigência do Facebook é que jogos que fazem cobranças em dinheiro, sejam elas obrigatórias ou opcionais, divulguem essa informação na descrição do app, tanto no Facebook quanto em outras plataformas. Assim, o usuário saberá que poderá ser cobrado durante o jogo.

Fonte: Techtudo

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Facebook sobre a rede social: “você usa por sua conta e risco”

O Facebook é alvo de uma ação coletiva orquestrada pelo estudante austríaco de Direito Max Schrems. Por meio do site FB Claim, ele reuniu 25 mil usuários dispostos a processar a empresa por violação à privacidade, entre outras acusações.

Para evitar problemas judiciais, a rede social mantém no site uma Declaração de direitos e responsabilidades. A partir do momento em que o usuário cria um perfil, passa a concordar com os termos descritos no documento.

No item 16, a empresa esclarece sua atuação em letras garrafais. “NÓS TENTAMOS MANTER O FACEBOOK ATUALIZADO, SEGURO E LIVRE DE ERROS, MAS VOCÊ O USA POR SUA CONTA E RISCO. NÓS FORNECEMOS O FACEBOOK NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRA SEM GARANTIAS EXPRESSAS OU IMPLÍCITAS, INCLUINDO, SEM LIMITAÇÃO, GARANTIAS IMPLÍCITAS DE COMERCIALIZAÇÃO, ADEQUAÇÃO A UMA FINALIDADE ESPECÍFICA E NÃO INFRAÇÃO. NÃO GARANTIMOS QUE O FACEBOOK FICARÁ SEMPRE SEGURO, PROTEGIDO, SEM ERROS, NEM QUE O FACEBOOK SEMPRE FUNCIONARÁ SEM INTERRUPÇÕES, ATRASOS OU IMPERFEIÇÕES.”

O documento informa que as leis do estado da Califórnia regem a Declaração. Portanto, qualquer reivindicação do ponto de vista judicial deverá ser analisada conforme este critério. “Você concorda em ter seus dados pessoais transferidos para e processados nos Estados Unidos”, reforça o texto.

Ponto polêmico, a retenção e utilização dos dados pessoais também está prevista. “Você nos concede permissão para usar seu nome, a imagem do perfil, conteúdo e informações em relação a conteúdo comercial, patrocinado ou relacionado (como uma marca que você gosta) fornecido ou aperfeiçoado por nós (…) Se você tiver selecionado um público específico para seu conteúdo ou informações, respeitaremos sua escolha quando usarmos esses dados”. No entanto, segundo a empresa, conteúdo e informações não serão repassadas para anunciantes sem o consentimento dos usuários.

Fonte: Olhar Digital