19 de agosto de 2014 – 14:56 | No Comment

Dados da BI Intelligence apontam engajamento dos usuários, via PC e mobile, nos principais canais de social media
Do ProXXIma
Com 1,2 bilhão de usuários mensais ativos, é compreensível que se fale do Facebook em números. Porém, …

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Facebook engaja mais do que o Twitter

Dados da BI Intelligence apontam engajamento dos usuários, via PC e mobile, nos principais canais de social media

Do ProXXIma

Com 1,2 bilhão de usuários mensais ativos, é compreensível que se fale do Facebook em números. Porém, com o surgimento de novas redes sociais e apps, a audiência das plataformas “veteranas” torna-se cada vez mais fragmentada e outras mensurações acabam sendo mais importantes, especialmente para empresas que tentam descobrir qual é o melhor canal para investir.

Fatores como quanto tempo os usuários passam em cada rede social e quão engajados e interativos eles estão com os conteúdos nesses sites são fundamentais para determinar isso.

Em uma pesquisa recente, o BI Intelligence calculou o engajamento das cinco principais redes sociais e comunicadores instantâneos: Facebook, Instagram, Twitter, Snapchat e Whatsapp. O estudo também compara a performance das plataformas em termos de tempo de uso no desktop e mobile, e quais atividades são mais populares em cada site.

- Social é a principal atividade na internet: norte-americanos passam mais tempo em social media do que em qualquer outra atividade, inclusive e-mail.

- Regras do social-mobile: 60% do tempo é gasto na social media é feito via smartphones e tablets.

- O Facebook atrai sete vezes mais engajamento do que o Twitter tanto via smartphone, quanto em acessos pelo PC.

- O Snapchat é menor do que o WhatsApp, porém seus usuários passam mais tempo na ferramenta “fantasma” do que no comunicador instantâneo adquirido recentemente por Mark Zuckerberg.

- Pinterest, Tumblr e LinkedIn deram passos largos, no ano passado, para aumentar o engajamento em sites e apps móveis. A atual corrida na social media não é pela audiência em si, mas pelo engajamento multitelas.

Via Meio & Mensagem

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8,5% dos usuários ativos do Twitter não são humanos

Twitter revela que 23 milhões de contas são, na realidade, bots.

O número de usuários ativos do Twitter está maior, mas com ele também cresce o número de contas ativas “não-humanas”. Atualmente, 23 milhões de contas são mantidas por robôs, com atualizações automáticas sem interação humana.

Isso representa, segundo o blog Engadget, 8,5% da base de usuários ativos em junho.

Entre os bots estão aqueles que tuitam bobagens cada vez que uma palavra específica é citada, contas automáticas que tuitam links de sites de notícia e até mesmo perfis mais nobres, que citam por exemplo informações sobre desastres naturais pelo mundo.

Do Yahoo!.

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Facebook vai banir sites e páginas que pedem curtidas em troca de algo

Para impedir o crescimento artificial de páginas, o Facebook alterou sua política de uso da plataforma. Com a nova medida, aplicativos e jogos que “forçam” curtidas dos usuários serão banidos. Os desenvolvedores terão até 5 de novembro para se adequar às novas regras. Depois dessa data, a rede social proibirá aplicações que incentivem pessoas a usar plugins sociais ou curtir páginas em troca de um conteúdo em um site externo como jogos, vídeos, notícias e outros.

O que o Facebook chama de incentivo, inclui oferta de recompensas, apps que exigem curtidas ou que exigem compartilhamento com amigos para serem usados. Os desenvolvedores ainda poderão encorajar usuários a realizar login nos aplicativos, fazer check-in em lugares ou criar promoções na página do aplicativo.

De acordo com o novo regulamento, a medida servirá para para garantir conexões de qualidade entre as empresas donas das páginas e os consumidores usuários do Facebook.

A ideia é que as pessoas curtam as páginas porque realmente gostam do produto ou serviço oferecido pela marca, e não por causa de incentivos artificiais ou de funções que deixam os usuários sem saída para conseguir consumir o conteúdo.

Outra exigência do Facebook é que jogos que fazem cobranças em dinheiro, sejam elas obrigatórias ou opcionais, divulguem essa informação na descrição do app, tanto no Facebook quanto em outras plataformas. Assim, o usuário saberá que poderá ser cobrado durante o jogo.

Fonte: Techtudo

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Facebook sobre a rede social: “você usa por sua conta e risco”

O Facebook é alvo de uma ação coletiva orquestrada pelo estudante austríaco de Direito Max Schrems. Por meio do site FB Claim, ele reuniu 25 mil usuários dispostos a processar a empresa por violação à privacidade, entre outras acusações.

Para evitar problemas judiciais, a rede social mantém no site uma Declaração de direitos e responsabilidades. A partir do momento em que o usuário cria um perfil, passa a concordar com os termos descritos no documento.

No item 16, a empresa esclarece sua atuação em letras garrafais. “NÓS TENTAMOS MANTER O FACEBOOK ATUALIZADO, SEGURO E LIVRE DE ERROS, MAS VOCÊ O USA POR SUA CONTA E RISCO. NÓS FORNECEMOS O FACEBOOK NO ESTADO EM QUE SE ENCONTRA SEM GARANTIAS EXPRESSAS OU IMPLÍCITAS, INCLUINDO, SEM LIMITAÇÃO, GARANTIAS IMPLÍCITAS DE COMERCIALIZAÇÃO, ADEQUAÇÃO A UMA FINALIDADE ESPECÍFICA E NÃO INFRAÇÃO. NÃO GARANTIMOS QUE O FACEBOOK FICARÁ SEMPRE SEGURO, PROTEGIDO, SEM ERROS, NEM QUE O FACEBOOK SEMPRE FUNCIONARÁ SEM INTERRUPÇÕES, ATRASOS OU IMPERFEIÇÕES.”

O documento informa que as leis do estado da Califórnia regem a Declaração. Portanto, qualquer reivindicação do ponto de vista judicial deverá ser analisada conforme este critério. “Você concorda em ter seus dados pessoais transferidos para e processados nos Estados Unidos”, reforça o texto.

Ponto polêmico, a retenção e utilização dos dados pessoais também está prevista. “Você nos concede permissão para usar seu nome, a imagem do perfil, conteúdo e informações em relação a conteúdo comercial, patrocinado ou relacionado (como uma marca que você gosta) fornecido ou aperfeiçoado por nós (…) Se você tiver selecionado um público específico para seu conteúdo ou informações, respeitaremos sua escolha quando usarmos esses dados”. No entanto, segundo a empresa, conteúdo e informações não serão repassadas para anunciantes sem o consentimento dos usuários.

Fonte: Olhar Digital

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79% das crianças e adolescentes brasileiros que usam internet possuem perfil em redes sociais

A pesquisa TIC Kids Online 2013, realizada pelo CETIC.br, ouviu 2.261 crianças e adolescentes usuários de internet

O número de crianças e adolescentes presentes nas redes sociais cresce cada vez mais no Brasil. Segundo o Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), a pesquisa TIC Kids Online Brasil 2013, feita pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (CETIC.br), do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), revela que 79% dos usuários de Internet entre 9 e 17 anos possuem perfil na rede social que mais utilizam – um crescimento de 9 pontos percentuais em relação a 2012.

A tendência à mobilidade é outro destaque apontado pela pesquisa. O telefone celular é utilizado por pouco mais da metade das crianças e adolescentes para acessar a rede (53%). Em 2012, essa proporção era de 21%. Já o acesso à Internet por meio dos tablets cresceu de 2%, em 2012, para 16%, em 2013. Os computadores de mesa seguem como os dispositivos mais utilizados para acessar a Internet por este público: 71%.

A pesquisa TIC Kids Online Brasil, em sua segunda edição, está baseada no referencial metodológico da rede europeia EU Kids Online, liderada pela London School of Economics. Realizada entre setembro de 2013 e janeiro de 2014, a pesquisa entrevistou 2.261 crianças e adolescentes usuários de Internet com idades entre 9 e 17 anos em todo o território nacional. O mesmo número de pais ou responsáveis dos jovens selecionados (2.261) foi entrevistado para identificar as experiências dos filhos como usuários de Internet.

Local para uso da Internet

O ambiente para acesso à rede mais mencionado é a sala de casa (68%), seguido pelo quarto da criança/adolescente (57%). Este último apresentou um aumento de 31 pontos percentuais em relação ao ano anterior. “Os resultados indicam um crescimento do uso da Internet em locais que a criança ou o adolescente encontram maior privacidade, como é o caso do quarto. Isto representa um desafio para os pais no que se refere à mediação do uso da rede”, ressalta Alexandre Barbosa, gerente do CETIC.br.

Com o aumento do uso da Internet no interior dos domicílios, os centros de acesso pago, como as lanhouses, são mencionados em menor proporção, passando de 35%, em 2012, para 22%, em 2013.

Redes sociais e outras atividades on-line

Entre os usuários de Internet de 9 a 17 anos, 77% apontam o Facebook como a rede social mais utilizada. Já o Orkut, que era a principal rede social para 27% das crianças e adolescentes em 2012, foi citado como rede mais usada por apenas 1% dos jovens, em 2013. Em relação às atividades realizadas, destacam-se: pesquisa para trabalho escolar (87%), assistir a vídeos (68%) e baixar músicas ou filmes (50%).

Habilidades, riscos e mediação dos pais e responsáveis

No que diz respeito às habilidades para o uso da Internet, a pesquisa aponta que 58% dos usuários de Internet entre 11 e 17 anos declararam saber mudar as configurações de privacidade em perfis de redes sociais. Adicionalmente, 42% dos usuários de Internet na mesma faixa etária afirmaram saber comparar diferentes sites na web para saber se as informações são verdadeiras.

Em relação a situações de risco vividas on-line, 38% das crianças e adolescentes entre 11 e 17 anos de idade adicionaram pessoas que nunca conheceram pessoalmente à suas listas de amigos ou contatos nas redes sociais. “As faixas de idade mais altas reportam mais atividades de risco potencial em relação aos mais novos”, explica Alexandre Barbosa.

Entre as atividades de mediação dos pais e responsáveis, a conversa sobre o que os filhos fazem na Internet (81%) é a ação mais citada. Já 43% dos pais e responsáveis afirmam realizar atividades junto com os filhos na rede. Quando questionados sobre os riscos, apenas 8% dos pais e responsáveis dos jovens selecionados acreditam que seu filho tenha passado por alguma situação de incômodo ou constrangimento na Internet – percentual semelhante ao verificado em 2012 (6%).

Consumo e publicidade

“Pela primeira vez a TIC Kids Online Brasil 2013 avaliou a exposição à publicidade e a conteúdos mercadológicos na Internet e em outros meios de comunicação”, afirma Alexandre Barbosa. Os resultados apontam que 61% dos adolescentes usuários de Internet com idades entre 11 e 17 anos declararam ter visto publicidade nas redes sociais, enquanto 30% o fizeram em sítios de jogos na Internet.

A interação com a publicidade on-line mostrou-se significativa. Entre as crianças e adolescentes de 11 a 17 anos que possuem perfil em rede social, 57% afirmam ter “curtido”, 36% “compartilhado”, 21% “descurtido” e 20% “bloqueado” alguma propaganda ou publicidade com a qual tiveram contato em redes sociais.

Para acessar a pesquisa na íntegra, acesse o infográfico que traz os principais destaques do estudo.

Fonte: Administradores